Trending Topics

Publicado: 13 de março de 2013 em Bases da Internet

Os Trending Topics são uma lista de palavras que possuem maior crescimento exponencial momentâneo, ou seja, atingem o maior volume possível durante um período determinado. Por exemplo, em uma quarta-feira acontecerá o assassinato de um personagem na novela, a probabilidade de que o assunto novela apareça no topo da tendencia é muito grande, pois muitos usuários terá o hábito de comentar sobre o assassinato da novela seja para culpa ou inocentar o personagem envolvido fazendo com que o assunto tenho um maior crescimento durante um certo período.

E o que os hashtags tem a ver com  isso ?

Essas tags são os marcadores que servem para identificar as palavras-chaves no Twitter de maneira que facilite aos usuários encontrarem os termos mais comentados na rede atualmente. Clicando em uma palavra marcada por uma hashtags você verá todos os assuntos relacionados com ela, porém vale ressaltar que não é necessário a utilização do marcador para que o termo apareça entre as tendências.

Portanto, comentar nos Trending Topics seria uma forma de seguir a tendência ou até mesmo de se manter informado em tempo real sobre os eventos que ocorrem em todo o mundo que este sim é o verdadeiro objetivo da ferramenta obter o conteúdo mais exaltado no momento e informar os últimos acontecimentos sobre ele.

Vídeo sobre o Trending  Topics

Referência

http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter

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O Instant Search

Publicado: 13 de março de 2013 em Bases da Internet

O Instant Search é um novo recurso do Google que permite pesquisar instantaneamente, sem a necessidade de pressionar qualquer botão ou clicar, como estamos acostumados. Cada vez mais os recursos estão estruturados para ajudar o utilizador a conseguir melhores resultados nas pesquisas.

Com essa tecnologia se espera alcançar os resultados corretos mais rápido do que antes, uma vez que não é necessário digitar todo termo de pesquisa.Outra mudança é que conforme o usuário digita um carácter o filtro vai se delimitando ajudando a formular um melhor tempo de pesquisa.

De acordo com o Google o instant Search trás algumas vantagens para o seu utilizador, tais como:

Pesquisas mais rápidas: ao predizer a pesquisa mostrando resultados antes de ter acabado de a escrever, o Google Instantâneo pode poupar 2 a 5 segundos por pesquisa.

Previsões mais inteligentes: mesmo se não souber exatamente o que procura, as previsões ajudarão a orientar a sua pesquisa. A principal previsão aparece em cinzento diretamente na caixa de pesquisa, pelo que poderá parar de escrever mal veja o que precisa.

Resultados instantâneos: comece a escrever e os resultados aparecerão imediatamente. Até agora era preciso escrever um termo de pesquisa até ao fim, premir a tecla Enter e esperar que aparecessem os resultados certos. Agora, os resultados aparecem instantaneamente à medida que escreve, ajudando-o a ver em que direção vai, do início ao fim.

Portanto, essa modalidade do Google é mais uma ferramenta para ajudar o usuário nas pesquisas que o mesmo realizará no seu cotidiano, tornando possível realizar pesquisa com maior  eficácia  uma vez que o filtro é realizado a cada carácter preenchido o que delimita muito as pesquisas e se a mesma juntar-se com as condições da busca booleana se torna ainda mais exata.

 

Vídeo comparando pesquisa com  Instant Search

Referência

http://www.gizmodo.com.br/o-que-e-o-google-instant/

http://www.google.com.br/instant/

Busca Booleana

Publicado: 13 de março de 2013 em Bases da Internet

Quem nunca fez uma pesquisa no Google sobre qualquer tipo de assunto e ao obter os resultados dessa pesquisa o Google encaminhou vários links indesejáveis como resposta.Justamente, para evitar esses tipos de “problema ” nas pesquisas foi adicionado um método de filtragem denominado de busca booleana.

Assim chamado graças ao matemático inglês George Boole, ele compreendeu que a lógica poderia ser pensada em termos de conjuntos condicionando esses conjuntos a um proposito único. Com o passar do tempo descobriram que está metodologia poderia ser utilizada no motores de busca condicionando os conjuntos de palavras  até chegar em uma condição única.

O sistema lógico do google é baseado no conceito da lógica booleana, porém na internet esse sistema estabelece a possibilidade de buscas de palavras  em um texto, condicionando a exibição dos resultados a valores lógicos.Entretanto, essa metodologia poderia delimitar a busca e para não tal problema são utilizados elementos para incrementar as funções booleanas, que são:

AND  –  Esse elemento inclui em uma expressão, todos os elementos que serão propostos em uma consulta

OR  –  Delimitador de variável é utilizado  para encontrar páginas em que se encontra um ou outro termo

NOT (-) –  Esse é utilizado para criar uma exceção no termo de uma busca, ou seja, ele elimina o termo que se encontrar depois  desse elemento.

ASPAS (“ ”) –As aspas são usadas para garantir uma expressão completa seja incluída na busca, isto é, usando o conjunto de termos entre aspas  para futebol americano formaremos uma expressão exata para delimitar o resultado  de busca.

Portanto, a busca booleana é uma metodologia inventado por Geroge Boole que posteriormente  seria utilizada pelos motores de busca para criar condições que melhorasse o resultado das pesquisas que seriam realizadas no site criando condições entre termos que delimitasse o resultado.

Ilustração de pesquisas no Google usando a busca booleana

Referência

http://icommercepage.wordpress.com/2008/04/06/14-dos-usuarios-mais-inteligentes-do-google-ignoram-a-logica-booleana/

http://hackerproject.webnode.com.br/tutoriais/operadores%20avan%C3%A7ados%20google/

https://sites.google.com/site/edurego/a-matematica-na-imprensa/pesquisa-booleana

PageRank

Publicado: 13 de março de 2013 em Bases da Internet

Com a expansão da internet uma variedade de sites foram colocados na rede e com isso se tornou cada vez mais difícil encontrar um conteúdo relevante na rede. A partir desse problema houve a necessidade de criar uma metodologia que otimizasse os motores de busca.Então, em 1995 os fundadores do Google Larry Page e Sergey Brim desenvolveram na Universidade de Stanford o PageRank.

O PageRank é uma sequência de algoritmos  que de acordo com vários critérios estabelece uma nota de 0 a 10 para um site dizendo assim qual o grau de importância daquela página para o Google de acordo com o assunto de pesquisa.Quanto mais próximo do 10 melhor será, mas vale lembrar que é extremamente difícil chegar a essa pontuação apenas sites como You Tube,  Facebook ou o próprio Google atingem notas 9 ou 10.

Em geral, ótimos sites tem notas entre 5 e 7. Como dito acima essa nota é calculada por vários fatores, porém sabe-se que o mais importante deles são os links. Os links que apontam para o site acumulam o que podemos chamar de pontos , ou seja, quanto mais links mais pontos e consequentemente o aumento do PageRank, entretanto, há pesos diferentes para estes links. Como assim?.

Caso seu site tenha um link em outra página que de acordo com o Google tem PageRank 9 ou 10 o seu site ganhará uma pontuação maior do que se estivesse em  uma página com notas entre 5 e 7.Por exemplo:  você leitor tem um site de vendas se no site da lojas americanas tiver um link do seu site, logo ele terá mais pontos de PageRank do que se este tivesse um link alocado no site do “barzinho da esquina”.

Outro ponto importante para pontuação está em relação a semântica dos links  isto é, se a URL tiver o mesmo nome que o assunto de pesquisa  por exemplo.  A pesquisa é como criar site e o endereçamento de um site é justamente esse, logo essa página ganhará uma pontuação a mais por isso aumentando o seu PageRank.

Como podemos saber o PageRank de um site? Há alguns sites que oferecem ferramentas para verificar  o PageRank outra forma bem simples é a instalação de um aplicativo para o navegador Google Chrome, assim qualquer página da web que visitar haverá a indicação de qual é o seu PageRank.

Portanto, aumentar o PageRank do seu site é muito importante, uma vez que os sites que encabeçam a lista do google são nomalmente os mais acessados e para que isto seja possível é necessário contar bom ótimos links relacionados ao conteúdo do seu site e uma boa semântica.

Abaixo lista dos sites com maior PageRank na rede

Sem título4

Fonte : http://www.mestreseo.com.br/pagerank/o-que-e-pagerank

Abaixo vídeo ilustrativo do funcionamento do PageRank

Referência

http://www.saiadolugar.com.br/tecnologias/o-que-e-pagerank-o-que-fazer-para-melhora-lo-conteudo-de-qualidade-e-seo/

http://vas-y.com/dicas/curso/rank/04.htm

http://blog.oxidigital.com.br/mas-afinal-o-que-e-pagerank-2/

Google Scholar

Publicado: 13 de março de 2013 em Bases da Internet

O Google sem sombra de dúvidas é o maior site de busca na atualidade oferecendo a nós inúmeras modalidades, tais como: Google Mapas, Google Tradutor, Videos, etc. A organização tem pouco mais de 10 anos de vida e já se tornou o site mais acessado da internet. Para você ter uma ideia, imagine um assunto e que você precisa se aprofundar nele, Imaginou?. A possibilidade de que a primeira opção que surgiu em sua cabeça seja o Google a forma de pesquisa é bem alta.  Sim, até parece um dispositivo automático uma dúvida uma solução(Google) já que o acesso a internet se torna cada vez mais fácil para todos.

 O esforço dessa empresa para oferecer  serviços e/ou modalidades que facilitam o nosso cotidiano é enorme,  sendo assim, ao  realizar uma busca no site podemos localizar um local com o Google Maps, criar um e-mail através do Gmail ou simplesmente realizar uma busca simples, porém realizar uma busca simples na internet pode nos trazer qualquer tipo de informação sendo que está pode ser verdeira ou falsa e é a partir daí que o Google Scholar se destaca em se comparado com as outras.

O Google Scholar ou Google Acadêmico foi criado para melhorar a qualidade da informação na internet principalmente as  informações técnicas e científicas,  oferecendo a estudantes e profissionais de diversas áreas  a chance de encontrar informações totalmente verdadeiras relacionadas ao assunto de pesquisa.  Os artigos que se encontram na “biblioteca eletrônica ” podem ser visto por qualquer um que tenha acesso a internet.

As informações proporcionadas pelo Google Scholar são totalmente confiáveis, uma vez que as mesmas são revisadas por profissionais altamente qualificados antes de serem disponibilizada como fonte de pesquisa. Já o critério de classificação desses artigos, isto é, qual artigo aparecerá primeiro ao realizar uma pesquisa é feita de acordo com sua relevância, ou seja, os primeiros documentos que serão mostrados são os mais importantes do autor ou do próprio assunto a ser pesquisa citados em livros, artigos, teses, etc.

Portanto, como podemos ver o Google Scholar é mais uma ferramenta de busca oferecida pelo Google aos seus usuários , facilitando mais uma vez o nosso cotidiano, pois percebe-se que está empresa sempre inova ou renova sua metodologia com a intenção de oferecer o que há de melhor para os internautas. Como dizemos por ai Google é Google.

Abaixo, Passo a passo encontrar e pesquisa pelo Google Scholar.

 1- Na página do Google clique em mais para abrir outras modalidades oferecidas pelo Google.

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2- O Google Scholar ainda não estará aqui, por isso clieque em AINDA MAIS para visualizar todas as ferramentas oferecidas.

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3- Aparecerá o Google Acadêmico, clique nele e pronto é só começar suas pesquisas.

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Vídeo ilustrativo do funcionamento do Google Scholar

Referências

http://eportuguese.blogspot.com.br/2013/01/o-que-e-google-scholar-ou-google.html

http://www.infowester.com/blog/revelacao-voce-sabe-o-que-o-google-scholar-tem-a-ver-com-o-surgimento-do-google/

http://canaldoensino.com.br/blog/voce-conhece-o-google-academico-ou-google-scholar

Funcionamento da Internet

Publicado: 5 de março de 2013 em Bases da Internet

Estrutura da internet

A internet  é a mais bem sucedida interconectividade de redes de tecnologias distintas, isto é, vários aparelhos eletrônicos ( PC, Tablet, Celulares) interligados uns aos outros,  possibilitando a comunicação entre eles.  Já essa interligação desses objetos em uma rede única se torna possível graças ao uso de protocolos conhecidos como TCP/IP Protocol Suite, ou simplesmente TCP/IP.

O Tramission Control/Internet Protol  e/ou TCP/IP realiza essa conectividade na rede possibilitando a comunicação entre as máquinas que ,também,  estejam conectadas independentemente da topologia envolvidas entre os aparelhos.

Outra característica importante,  é que os equipamentos que estão conectados na internet baseiam-se no protocolo IP para realizar o tráfego de informações pelas redes envolvidas.

Endereçamento na Internet

O endereçamento na internet é baseado no IP(internet protol), sequência numérica,  que juntos representam  um número de 32 bits, identificando desta forma cada equipamento que esteja conectada na rede mundial.

Todavia, esse endereçamento permite apenas a localização das máquinas na rede,  já as portas ou ports são utilizadas para localizar uma aplicação em execução no aparelho.Esses dois se combinado com o protocolo de transporte (TCP ou UDP) possibilitam a troca total de informações entre os conectados, o conjunto desses 3 endereços é conhecido pelos programadores como socket.

Ao contrário de outras redes como a BBS ou Videotexo, a grande tacada da internet é que, ela é totalmente independente para realizar a comunicação direta entre os computadores. O que isso quer dizer?.

Diferente dos telefones que precisam estar interligados diretamente para transmitir informações, na internet,  o fluxo de requisição são quebrados em vários pacotes (packets) de dados, que através de roteadores e/ou routera são transmitidos como se fossem cartas no correio, sendo que esses packets sempre encontram o caminho mais rápido para chegar no destino, reintegrando seus pacotes, que posteriormente, são passados para o computador.

O Router

O roteador é um controlador das informações,  informando a  cada pacote qual rota o mesmo deve tomar para chegar ao seu destino.Também, é possível dizer ao roteador qual o caminho que ele dará ao pacote de informação,  este seria um tipo da forma estática, onde, o administrador aponta qual a rota que o roteador deve seguir para poder entregar o pacote.Já a forma dinâmica deixa com que o próprio aparelho rota o packerts.

O Switch

Este despacha os pacotes IP encaminhando-os para o seu destino. São mais eficientes do que os roteadores, uma vez que eles criam uma espécie de canal de comunicação exclusiva entre a origem e o destino,  desprendem-se a rede de um único computador para o envio de informações, esse método ,ameniza as colisões entre os pacotes diminuindo os erros.

Proxy

Chegando ao destino final , os pacotes fazem uma fila para “pegar ” o proxy, podemos chama-lo de servidor intermediário, pois este alivia a carga da ligação da internet,  repassando os dados a frente. Ele também, pode atuar como um servidor que armeza dados em forma de cache. Além disso, esses servidores tem uma série de usos, tais como: filtrar o conteúdo,  e assim,  aumentando a segurança da rede mantendo  o anonimato.

Vale lembrar que o proxy é o responsável por entregar o arquivo para internet atraés da url do pacote, porém,  se este pacote não for validado pelo intermediário por qualquer motivo ele é destruído simultâneamente pelo mesmo.

Firewall

Passando pelo proxy, os dados chegaram no Firewall, este,  aplica uma política de segurança para  evitar  que dados indesejáveis entrem e danifiquem o seu aparelho pela internet. Uma outra função do firewall é evitar que informações confidencias sejam enviadas pelo mesmo,  por um invasor ou qualquer outro meio.

Portanto, o firewall funciona como um filtro que restringe a passagem dos dados recebidos e enviados pelo seu computador através da internet, além de prevenir que informações pessoais ou confidenciais sejam transmitidas pelo seu aparelho,  e impedir a invasão da máquina por sofware malicioso.

Portanto, é toda essa estrutura citada acima que estabelece a internet,  a incrivel conexão  mundial entre os computadores. Ficamos por aqui concluindo esta breve introdução sobre as etapas da internet,  até que o pacote chegue ”bonitinho”,  pronto para ser visualizado pelo usuário através do seu browser.

Abaixo vídeo encontrado no YOUTUBE resumindo o funcionamento da internet.

https://www.youtube.com/watch?v=C6LL8qtCJ54&noredirect=1

 

Abaixo – Mapa da internet no mundo

Mapa da Internet

 

Fonte de Pesquisa

http://www.tecmundo.com.br/tira-duvidas/47084

http://fabriciogarcia.wordpress.com/sobre/

https://www.youtube.com/watch?v=C6LL8qtCJ54&noredirect=1

http://pontotecnologia.blogspot.com.br/2010/08/o-que-e-firewall.html

HTML

HyperText Markup Language ou Linguagem de marcação de hypertexto tem como finalidade publicar conteúdo na Web através de elementos que juntos formam uma grande rede de informação.

<doctype>

O doctype deve ser a primeira linha de código do documento antes mesmo das tags HTML. Ao adicionar essa informação você estará indicando ao browser e/ou navegador e para outros meios qual a especificação de código a ser utilizada.

Porém, é importante lembrar que o Doctype não é uma tag do HTML, mas uma instrução para que o navegador saiba em que versão de códigos a marcação foi inscrita.

<html>

O código HTML é um conjunto de elementos, sendo que esses podem ser um filho do outro em uma sequência linear de código , ou seja, os atributos são posicionados no documento de forma organizada para que este possa ser interpretado pelo browser que, posteriormente, “desenhará” a página para o usuário.

Portanto, todos esses atributos que são responsáveis pela estrutura da página são filhos da tag HTML o elemento principal dessa árvore.

<lang>

<html lang=”pt-br”>

Este atributo é necessário para informar aos usuários qual será a linguagem principal do documento, isto é, no exemplo do código acima está indicando o pt-br, sendo assim, o browser será informado que os conteúdos estão descritas no português brasileiro.

Lembre-se que o seu uso não está restrito a tag HTML, pois ele pode ser utilizado em qualquer outro elemento para indicar o idioma do texto, apresentando-nos a possibilidade de incrementar um trecho do documento com outro idioma.

<head>

Para saber o valor da tag HEAD basta tentar imaginar um documento sem essa tag, imaginou?. Viu a proporção que o arquivo pode tomar?. Portanto, é nesta tag que ficará toda parte inteligente da página, ou seja, tudo que o browser precisa saber antes de começar a escreve-la (renderizar).

Por isso, é nela que são colocados atributos, tais como: title, link, meta, style, script, palavras-chave e outros dados que não são considerados como parte do documento.Uma vez colocada as tags no elemento HEAD, as mesmas jamais serão exibidas,  porém estará acessível a outros “mecanismos”.

Os livros definem que a tag HEAD contém as informações sobre um documento, também, chamados de meta-informação ou informação sobre informação.

<title>

Os autores de um documento deverão utilizar o atributo title para identificar os conteúdos contidos no mesmo, uma vez que páginas que estão fora do contexto são frequentemente consultados.

Portanto, essa tag definitivamente serve para informar a frase que vai no topo do browser, algo que podemos definir como título do browser, informar os visitantes e ao google sobre o conteúdo da página.

<charset>

A web é acessada pelo mundo todo. E criar um site limitado, isto é, que pessoas de outros países deixam de acessar seu site por pertencerem a um idioma diferente vai contra a tradição da internet.

Por isso, utilizamos essa metatag, onde ela é responsável por chavear qual tabela de caracteres a página está utilizando. Chavear tabela de caracteres.Como assim?.

Isso mesmo, para suprir essa necessidade global, ao invés de cada região ter seu armazenamento de letras foi criada uma tabela chamada UNICODE que suporta em torna de 1 milhão de caracteres, uma vez que seria muito mais sensato  haver uma tabela padrão com o maior número de informação possível, está possibilidade existe por que o UNICODE fornece um único número para cada carácter, independentemente da plataforma, programa ou língua.

Atualmente, a maioria dos browsers suportam o UNICODE, desta forma, utilizando este conceito você garante que seu documento será visualizado no mundo inteiro.

<link>

<link rel=”stylesheet” type=”text/css” href=”estilo.css”>

A tag link significa estabelecer uma ligação com outra página. Então são os links que permitem a navegação?. De certa forma sim, pois esses atributos permitem efetuar os saltos entre as páginas, ou seja, eles criam a possibilidade de acesso a informação a uma velocidade inimaginável.

Nos dias de hoje, há dois tipos de links no HTML. A “tag a”, são links que levam o usuário para outros documentos e a “tag link”,  são links para fontes  externas que serão usadas no documento.

No exemplo acima, há uma tag link que importa um arquivo CSS para a página. E como sabemos que está sendo chamado um arquivo CSS?. É justamente o atributo rel, colocado posteriormente a tag link que indica que a importação será referente a um arquivo folha de estilo.

Outro indicador é o alternate, este informa que o conteúdo do site pode ser encontrado em um caminho alternativo, por exemplo:  Atom Feed.

<link rel=”alternate” type=”application/atom+xml” title=”feed”

<body>

Tudo que estiver contido dentro deste atributo será mostrado na janela principal do browser, sendo apresentado ao usuário.Este elemento pode conter cabeçalhos, parágrafos, listas, tabelas, links para outros documentos, imagens entre outros.

Modelo de Conteúdo

Conhecendo a estrutura básica do HTML, descobrimos que os elementos podem ser pai ou filhos um dos outros, porém alguns atributos podem ser divididos em categorias de modelos de conteúdo, são eles: elementos de linha e elementos de blocos.

Os elementos de linha marcam os textos. Já, os de blocos são como caixas que dividem o conteúdo nas seções do layout, porém para utilizar essas categorias tirando o maior proveito possível vale lembrar de algumas regras que mencionarei a seguir.

  • Elementos de linha podem conter outros elementos de linha.
  • Os elementos de linha nunca podem conter elementos de bloco.
  • Elementos de bloco sempre podem conter elementos de linha, dependendo da categoria que ele se encontra.

Portanto, esses grupos dizem qual modelo de conteúdo o elemento irá trabalhar e qual será o seu comportamento.

Metadata Content
Alguns atributos que fazem parte desta categoria são:

  • link
  • meta
  • script
  • style
  • title

Conteúdo colocado na tag <head>  antes da apresentação do documento.

Flow Content
Grande parte dos elementos desta categoria são utilizados na tag <body>, abaixo alguns desses atributos.

  • article
  • aside
  • audio
  • br

Os elementos desta categoria devem ter pelo menos um descendente de texto que faça parte da categoria embedded.

Sectioning Content
Estes elementos definem um grupo de cabeçalhos e rodapés.Basicamente são elementos que juntam grupos de textos no documento.

Heading Content
Definem uma seção de cabeçalhos, que podem estar contidos em um elemento.

Phrasing Content
Nesta categoria se encontra os elementos que marcam o texto do documento.

Embedded content
Aqui há elementos que importam outra fonte de informação para o documento.

Interactive Content
São elementos que fazem parte da interação de usuário. Alguns elementos podem ser ativados por um comportamento, isso significa que o usuário pode ativá-lo ao realizar algum  tipo de evento com este atributo.Os eventos são ativos manualmente pelo usuário, utilizando um teclado, mouse, comando de voz etc.

Novos elementos

Elementos, como: nav e section nos ajudam a definir setores no documento. Os mesmos, nos oferecem a possibilidade de diferenciar áreas importantes da página, como: header e footer.Com essas atribuições, os buscadores conseguem conferir o código com mais eficácia levando menos tempo para estocar essas informações.

  • section

Define uma nova seção no documento, podendo por exemplo criar na página principal uma seção para últimas notícias e ofertas.

  • nav

Aqui representa-se um local da página que contém links para outras páginas.

  • article

Parte da página que poderá ser utilizado Feeds.

  • aside

Representa os conteúdos de referência dispostos na página, como: conteúdo de publicidade.

  • header

Representa o topo da página, onde normalmente coloca-se o cabeçalho, campos de busca e outros.

  • footer

O footer apresenta-se o rodapé da página, sendo o último elemento do documento antes de fechar a tag <html>, porém ele não precisa necessariamente aparecer no final de uma seção.

  • time

Este elemento serve para marcar parte do texto que representa um horário ou uma data.

Elementos Modificados

  • O elemento b passa a ter o mesmo nível semântico que um SPAN, mas ainda mantém o estilo de negrito no texto.
  • O elemento i,também, passa a ter nível semântico SPAN. Porém, o texto continua sendo itálico.
  • O elemento a sem o atributo href agora representa um placeholder.
  • O elemento address passa a ser tratado como seção do documento.
  • O elemento strong ganhou mais importância.
  • O elemento head passa a não aceitar elementos childs.

Atom Feed

Refere-se a uma linguagem XML que permite aos publicadores da Web organizarem o conteúdo de seus sites para vários consumidores. Usando o Atom, os publicadores conseguem criar um feed em um formato padronizado. Este por sua vez, permite que os usuários leiam o conteúdo do Web site com um software conhecido como um leitor de feed. Ele também, permite que outros desenvolvedores da Web publiquem seus conteúdos feeds em seus próprios Web sites.

HTML Semântico

O HTML semântico é o documento organizado, ou seja, um documento de acordo com a “padronização”, abrindo e fechando as tags que ajudam a dar significado para o está sendo proposto corretamente, tornando as informações contidas mais exatas para os buscadores e browsers e até mesmo na acessibilidade.
Atualmente, a formatação semântica não é algo conhecido por todos, mas para aqueles que a fazem veem uma melhora significativa na página de internet para a visibilidade e relevância em buscadores e compatibilidade de browsers, além de ajudar os deficientes visuais, através de sua acessibilidade de dizer o que é cada elemento em um texto.
Com o desenvolvimento do HTML 5 a W3C está propondo criar um código que de ainda mais significado a cada elemento.

Abaixo, um vídeo de Lucas Vulcanis apresentando a estrututa básica do HTML5 utilizando as novas tags header e footer para definir o cabeçalho e rodapé da página.

Fontes de Pesquisa

Livro: Use a Cabeça HTML com CSS e XHTML
Autor: Elisabeth Freeman e Eric Freman

Apostila: HTML5
Autor: Marcos Paulo Furlan

http://www.w3.org/International/questions/qa-choosing-language-tags.
http://desenaviegas.com/global.html#h-7.4.1
http://www.hugoribeiro.com.br/Curso_HTML/html/c18.htm
http://www.webmaster.pt/tag-title-google-5649.html
http://www.cultura.ufpa.br/dicas/htm/htm-link.htm
http://www.ibm.com/developerworks/br/opensource/library/x-phpatomfeed/index.html
http://www.gpsites.net/tag-body-html-sites-prontos.html
http://www.acessibilidade.gov.pt/tutor/semantic_1/index.htm
http://www.kadunew.com/blog/xhtml/a-importancia-do-html-semantico
http://blog.hospedandosites.com.br/por-que-devo-usar-o-html-semantico/#.UTKY7qJmhBw